sexta-feira, 21 de março de 2014

POLÍCIA DESEMBARCA EM MANAUS COM SOBRINHA DE DELEGADO PRESA NO PARÁ

POLÍCIA DESEMBARCA EM MANAUS COM SOBRINHA DE DELEGADO PRESA NO PARÁ

A estudante Karina Cristine Pereira do Nascimento, 23, foi presa em Santarém (PA) e chegou a Manaus no fim da manhã desta sexta-feira (21). Ao desembarcar no Aeroclube do Amazonas, ela foi escoltada pela equipe de investigação da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e do Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera). Karina é suspeita de ter participado da morte do tio, o delegado e ex-titular da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública (SSP) Oscar Cardoso, no último dia 9 de março.
Antes de chegar a capital, o avião que trazia a suspeita e os policias do Amazonas fez uma escala no município de Parintins. Karina deve ser ouvida pelo delegado titular da Delegacia de Homicídios, Paulo Martins, ainda nesta sexta-feira e, depois de ser apresentada na sede da delegacia às 13h30, será encaminhada para a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, onde aguardará a decisão da Justiça.
Além de ser sobrinha do delegado, ela é cunhada de um dos supostos atiradores, Fábio Diego Matos de Oliveira, 27, o “Piu Piu”, que continua foragido, assim como João Pinto Carioca, o “João Branco”, suspeito de ordenar a execução. Segundo a investigação realizada pela polícia, foi descoberto que Karina informou para os suspeitos a localização do delegado no dia do crime.
A estudante, “Piu Piu” e “João Branco”, que é líder da facção criminosa Família do Norte (FDN), tiveram prisões decretada pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Anésio Rocha Pinheiro. “João Branco” fugiu do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), onde cumpria pena no regime semiaberto em uma cela diferenciada, na última terça-feira (18), durante a “Operação Hórus” deflagrada pela Polícia Civil.
Karina foi presa quando estava na casa de familiares, no bairro Prainha, no município paraense e a polícia do Amazonas foi imediatamente informada. Ela passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) do Pará e foi encaminhada ao Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura, onde aguardou a equipe de polícia, que partiu de Manaus.
A equipe de investigação seguiu para a cidade ainda na tarde de quinta-feira (20). O delegado adjunto da DEHS, Rafael Campos, e o delegado do Grupo Fera, Fábio Martins, coordenaram a ação.

Fonte/Foto: Bruna Souza – A Critica/Euzivaldo Queiroz //MAGNOPOLÊMICO

Evacuando a Terra - Documentário Completo



Documentário muito interessante fala em uma grande cataclisma  OU SEJA UMA ESTRELA DE NEUTRO QUE EXPLODE E OS TERRAQUEOS PREPARAM UMA GRANDE NAVE MÃE NO TEMPO DE 70 ANOS ATÉ A GRANDE DESTRUIÇÃO. NO ESPAÇO NO QUAL VAI UMA TRIPULAÇÃO APROXIMADAMENTE 250 MIL PESSOAS LÁ CONSTOEM UMA NOVA ESTRUTURA PARA VIVER NO ESPAÇO COMO PLANTAÇÕES, CASAS, ORGANIZAÇÕES POLITICAS E MILITARES COM UM NOVO ESTÁGIO DE VIVER. MUITO INTERESSANTE //MAGNOPOLÊMICO

A VIOLÊNCIA ESTATAL QUE NOS ARRASTA PELO ASFALTO

A VIOLÊNCIA ESTATAL QUE NOS ARRASTA PELO ASFALTO


Para as elites do país é inadmíssível que a "ordem" que lhes assegura no poder é sustentada por um grau altíssimo de violência estatal cotidiana.

Cláudia Ferreira da Silva foi assassinada por agentes de segurança pública. Moradora do Morro da Congonha, em Madureira (subúrbio do Rio de Janeiro), mãe de 4 filhos, negra, Cláudia havia saído pra comprar pão. Era domingo. Foi atingida por dois tiros, um no peito, outro na cabeça. Os policiais a jogaram no porta-malas da viatura e durante o trajeto seu corpo caiu no asfalto. Pelo relato de sua filha, Thaís, Cláudia ainda estava consciente quando foi arremessada no carro da polícia. Ela foi arrastada por pelo menos 350 metros e morreu. A cena foi gravada e divulgada na internet.

O roteiro que se segue diante de fatos como esse é o mesmo: os policiais afirmam que ela tinha ligações com o tráfico de drogas, quehouve troca de tiros e que tentaram socorrê-la; o comando da Polícia Militar afasta os soldados envolvidos; o governo estadual promete apuração rigorosa do caso; a presidenta da República se diz chocada; a grande mídia explora o caso e se diz sensibilizada.

Todos esses protagonistas alimentam a mesma tese de que a morte de Cláudia se trata de uma exceção, um acidente, um erro de percurso, um incidente chocante e infeliz.

Os moradores da comunidade de Cláudia protestam. Mas para as elites do país é inadmissível que a "ordem" que lhes assegura no poder é sustentada por um grau altíssimo de violência estatal cotidiana. É considerada uma ameaça ao seu "Estado democrático de direito", a percepção generalizada, por parte da população, de que o assassinato de negros pobres das periferias são regra básica e fundamental da nossa democradura.

Exagero? Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2013, as polícias matam cinco pessoas por dia no Brasil. Duas em cada três pessoas mortas pela polícia são negras.

É tão incompreensível que tantos ônibus estejam sendo incendiados por aí?

A mídia cuida de somar a quantidade deles. Convocam “especialistas” em segurança para analisar os protestos violentos. Fazem o cálculo do prejuízo financeiro de tais depredações. E a narrativa se encerra no problema do trânsito causado pelos atos de revolta. 

Ignoram, hipócrita e propositalmente, o grito da população oprimida que quer passar um único recado: os assassinatos praticados por policiais são a regra no estado de exceção que existe nas periferias.

Mais do que uma análise acadêmica sobre as características do atual regime político brasileiro, a verdade irrefutável é que o aprofundamento da militarização do sistema de segurança do país faz deste estado um dos mais violentos do mundo.

O ano de 2014 já está marcado por um nível de conflitividade social ímpar. Como lidar com uma população que tem deixado de aceitar o cotidiano massacrante que garante o poder confortante de uma minoria? Até agora o que se sabe é que o país se prepara, com leis e armas, para garantir a realização da Copa do Mundo da Fifa e, muito mais do que isso, para retomar a "estabilidade" necessária para a realização das eleições.

Ainda mais neste ano em que descomemoramos o golpe militar de 64, não é possível admitir a defesa da “democracia” e ao mesmo tempo a manutenção da militarização da segurança pública. Não tem sentido lógico nem político defender um modelo de ocupação territorial ostensivo e militarizado de favelas – ironicamente chamado de pacificação – e se dizer em choque com as mortes praticadas pelas forças públicas de segurança.

Nem mesmo o forte slogan da "guerra às drogas" - que justifica até hoje os crimes cometidos pelo Estado – tem conseguido esconder o fato de se tratar de uma guerra aos pobres.

Enquanto os problemas de fundo do país não forem encarados em um nível político superior e com uma agenda de enfrentamento à lógica do Capital, nossa história, incapaz de se livrar da dependência da violência estatal, continuará sendo arrastada dolorosamente pelo asfalto.  
___________

Fábio Nassif é jornalista da Carta Maior.        ///MAGNOPOLÊMICO

MARCHA DA FAMÍLIA E GRUPOS ANTIGOLPISTAS MARCAM ATOS PARA SÁBADO NO CENTRO DE SP

MARCHA DA FAMÍLIA E GRUPOS ANTIGOLPISTAS MARCAM ATOS PARA SÁBADO NO CENTRO DE SP.

De um lado, mais de mil pessoas sairão às ruas pedindo a volta dos militares no poder; de outro, mais de cinco mil marcharão para denunciar os abusos realizados durante a ditadura civil-militar


Reproduzido do jornal Brasil de Fato, de São Paulo, de 20/03/2014

Neste sábado (22), dois quilômetros separarão 50 anos de história no centro de São Paulo. Na Praça da República está prevista a Marcha da Família com Deus, que foi o combustível que deu gás para o golpe contra o presidente João Goulart em 1964. Não muito longe dali, na Praça da Sé, grupos anarquistas e de esquerda estarão reunidos para a “Marcha Antigolpista - Ditadura Nunca Mais”.

50 anos atrás, no dia 19 de março de 1964, mais de 100 mil pessoas marcharam pelas ruas do Brasil contra o que chamavam de ameaça comunista vinda do governo João Goulart. Jango havia discursado no dia 13 de março, na Central do Brasil, centro do Rio de Janeiro, anunciando mudanças radicais no país. Dias depois, generais deram o golpe que deu início a ditadura civil-militar no Brasil.

Ao longo do tempo, pelo menos, duas tentativas de ressuscitar a Marcha foram em vão. Uma em 1994, com o então presidente Fernando Henrique Cardoso no poder - filho e neto de militares - e outra dez anos depois, com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva no comando do País. Em ambas, não houve fôlego suficiente para ir às ruas.

Bruno Toscano e Cristina Peviani são os idealizadores da marcha em 2014. Eles desejam uma intervenção militar para "salvar o Brasil de uma suposta ditadura comunista" e, depois disso, de acordo com Toscano, construir um governo provisório e convocar novas eleições.

Sem memória


Questionada sobre as torturas que ocorriam na época da ditadura pelos militares, Peviani chega a duvidar se as informações são verdadeiras. "Eu nem sei se eles adotaram isso (práticas de tortura). Porque o pessoal que diz que foi torturado está tão gordo, tão forte, tão bonito, né? Eu vi lá na comissão da Verdade, que eles não tinham uma marquinha sequer".

Na página do evento de SP na Facebook, mil e oitocentas pessoas confirmaram presença. 

Marcha Antigolpista

A reação virá no mesmo dia, às 15 horas, na Praça da Sé, por um grupo de anarquistas e de partidos de esquerda que se reunirão no antigo palco das passeatas das Diretas Já e marcharão até o antigo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) para se lembrar das mortes e abusos cometidos pela ditadura civil-militar.

No site do evento há um cartaz que acusa “setores fascistas da sociedade” de estarem “se organizando para desestabilizar o governo e dar um golpe fascista assim como foi na Ucrânia”. Até o final dessa reportagem, mais de cinco mil pessoas haviam confirmado a presença no Facebook da marcha. 

Com informações da Folha de S.Paulo                 ///MAGNOPOLÊMICO

quinta-feira, 20 de março de 2014

Sobrinha do delegado Oscar Cardoso assassinado a tiros é presa em Santarém (PA) Segundo a polícia do Amazonas, a jovem foi presa em cumprimento ao mandado de prisão expedido pela 2ª Vara do Tribunal do Júri e será trazida para Manaus nesta quinta-feira (20)

Sobrinha do delegado Oscar Cardoso assassinado a tiros é presa em Santarém (PA)

Segundo a polícia do Amazonas, a jovem foi presa em cumprimento ao mandado de prisão expedido pela 2ª Vara do Tribunal do Júri e será trazida para Manaus nesta quinta-feira (20)

Karina Cristiane Pereira do Nascimento, sobrinha do delegado Oscar. Segundo a polícia, ela indicou aos bandidos o local onde o tio estaria

Karina Nascimento, sobrinha do delegado Oscar Cardoso, foi presa em Santarém, no Pará, na tarde desta quarta-feira (19), quando estava na casa de familiares, no bairro Prainha. Ela é acusada pela polícia de ter participado na morte do tio, fornecendo informações sobre a localização de Oscar no dia do crime, 9 de março, quando foi morto com mais de 20 tiros.
Karina passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) do Pará e foi encaminhada ao Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura, onde aguardará a equipe de polícia do Amazonas que fará a transferência dela para Manaus.
Segundo a assessoria de comunicação da Polícia Civil do Amazonas, amanhã, quinta-feira (19), o delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Paulo Martins, e uma equipe do grupo FERA, viajam para a cidade de Santarém (PA), para trazer Karina de volta a Manaus.
O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri Anézio Rocha Pinheiro expediu mandados de prisão temporária para Karina, Fábio Diego Matos de Oliveira, 27, o “Piu Piu”, e o líder da facção Família do Norte (FDN), João Pinto Carioca, o “João Branco”, o cumprimento dos mandados começaram na manhã de terça-feira (18), mas até o início desta quarta-feira (19) os três não tinham sido presos.      MAGNOPOLÊMICO//

Amazônia Acontece: PRESIDENTE DILMA ESTÁ NO PARÁ

 A presidente Dilma Rousseff anuncia hoje (20), em Belém, investimentos em mobilidade urbana para o Estado. Os recursos são do Pacto da ...

Presidente Dilma chega ao Hangar, em Belém

Presidente Dilma chega ao Hangar, em Belém


Presidente Dilma chega ao Hangar, em Belém (Foto: wilson Dias/Ag.Br)
A presidente Dilma Rousseff acaba de chegar ao Hangar – Centro de Convenções da Amazônia, em Belém, onde irá realizar um pronunciamento sobre investimentos sobre mobilidade urbana.
A presidente chegou junto com a comitiva presidencial ao local às 10h, cerca de 30 minutos depois que o horário previsto para o início da cerimônia, onde ela irá anunciar o orçamento que deverá ser investido em mobilidade urbana. A quantia, ainda não divulgada, deverá ser emprestada à prefeitura para a conclusão da segunda etapa das obras do BRT em Belém, no trecho entre o Entroncamento e o distrito de Icoaraci.
Agentes de diversos órgãos de segurança, como Polícias Civil, Militar e Federal, além da Guarda Municipal, acompanham a movimentação no local para garantir a segurança.
Após o pronunciamento, Dilma segue para o município de Marabá, onde irá entregar 110 máquinas para o desenvolvimento agrícola a municípios da região, além de lançar o edital do Pedral do Lourenço.
(DOL)           //                  MAGNOPOLÊMICO