sábado, 23 de março de 2013


Semana Santa 2013

Data da Semana Santa 2013 E quer aproveitar, por exemplo, o feriado da Semana Santa 2013 para fazer uma super viagem? Conheça qual é a data da semana santa em 2013 e os destinos que podem fazer pare do seu roteiro, além de conhecer um pouco da história desse feriado.

Semana Santa 2013
Em 2013, a sexta-feira santa cai no dia 29 de março e até lá dá tempo de programar uma viagem, inclusive internacional. O feriado Semana Santa 2013 começa o dia 29 de março e segue até o domingo de páscoa, dia 31 de março, pode ser emendada com o período de férias, por isso, se antecipe e tire suas férias de 2013 para início de abril e aproveite uns dias extras em março

Parentes de detentos denunciam epidemia de tuberculose em presídio.

20 internos da Penitenciária Agrícola Silvio Hall de Moura estariam doentes.
Susipe confirmou um caso grave de tuberculose.

            

22/03/2013 15h10 - Atualizado em 22/03/2013 15h10

Parentes de detentos denunciam epidemia de tuberculose em presídio

20 internos da Penitenciária Agrícola Silvio Hall de Moura estariam doentes.
Susipe confirmou um caso grave de tuberculose.

Do G1 PA
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               Famílias de detentos do Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura, na comunidade Cucurunã, em Santarém, oeste do Pará, denunciam uma epidemia de tuberculose no local. Segundo os familiares dos presos, 20 internos estariam com a doença, mas não estariam recebendo o tratamento adequado.
Uma senhora, que não quis ser identificada, conta que o filho foi preso há pouco mais de um mês.      
            Ela relata que, quando esteve na casa penal, soube que 20 presos estariam com tuberculose. “Lá no presídio não tem um médico, na enfermaria não tem remédio, os presos falaram que quando tem visita, eles tentam maquiar o problema, arrumando o que dá”, denuncia.
Ainda de acordo com a mãe do detento, os presos sofrem maus tratos durante as vistorias do Grupamento Tático Operacional. “Colocam os presos só de cueca, no sol quente, ajoelhados no pátio, e 'tacam' spray de pimenta na cara dos presos”, afirma.
Outra senhora que teve o marido preso há dois meses afirma que viu um dos presos com tuberculose usando máscara dentro da penitenciária. "Meu marido e os outros presos me falaram que tem sim gente lá dentro com tuberculose. Eles precisam ser retirados de lá, se não vão contaminar todo mundo", declarou.
Em nota, a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) informou que apenas um detento do regime semi-aberto do Centro de Recuperação Silvio Hall de Moura está infectado por uma doença infecto-contagiosa provocada por uma bactéria, o bacilo de Koch, que provoca a tuberculose.
              Ainda segundo a Susipe,  por conta do estado avançado da doença, o interno foi transferido para o Hospital Municipal de Santarém. Outros quinze internos que tiveram contato com este detento foram submetidos a exames clínicos e não foi constatada a presença da doença.
A Susipe informa ainda que realizou uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Santarém para atendimento médico aos internos, através de mutirões de saúde que já começam a partir da semana que vem.
Com relação aos procedimentos de revista realizados pelo Grupo Tático Operacional da PM, a Susipe afirmou que desconhece qualquer tipo de tortura ou uso de spray de pimenta na ação policial.
Denúncias
                No último dia 21 de fevereiro, uma comissão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subsessão Santarém visitou a penitenciária para investigar as denúncias sobre irregularidades dentro da casa penal. A visita havia sido motivada por constantes fugas, entradas de telefones celulares e drogas, além de uma morte.
O diretor da casa penal, coronel Walter Santos, está afastado do cargo. Segundo a Superintendência do Sistema Penal do Pará (Susipe), ele pediu férias de 30 dias.
Segundo a Susipe, o diretor da casa penal foi afastado de suas funções por conta de um pedido pessoal de férias antecipadas, a fim de tratar de questões pessoais.g1

Os covardes mandam matar no Brasil  eles sabem muito bem que o nosso País não tem lei e ficam impunes e atropelam quem ficam em seu caminho. Você pode ser a próxima vítima essa ''novela da Globo'' só ensina para os criminosos como matar ou vocês ach que aquilo que estão mostrando não esta acontecendo na real. Tem que criar no Brasil cadeia de segurança máxima para os que roubam os cofres público  de todas as esferas dos poderes constituidos não deixar que a violência atinja o cidadão que paga o seu imposto com seu trabalho digno.
Vejam vocês como assassinaram o jornalista no vale do aço por que falava a verdade e seu jornalismo era investigativo  não estamos em um estado ditatorial e sim em uma democracia na qual a mandartária já foi vítima de tortura e não aceita essas posturas anti-democráticas.MAGNOPOLÊMICO.
Rodrigo Neto, conhecido por denunciar crimes praticados por grupos de extermínio no Vale do Aço, leste de Minas, foi assassinado a tiros, na madrugada de nesta sexta-feira, em Ipatinga (a 223 quilômetros de Belo Horizonte). Ele foi surpreendido por dois pistoleiros quando deixava, à 0h32m, o bar Churrasquinho do Baiano, no bairro Canaã. Os assassinos chegaram de moto e, sem tirar os capacetes, fizeram cinco disparos. Dois deles atingiram o jornalista na cabeça e no tórax.

soube que o jornalista estava escrevendo com um colega, cujo nome mantém em segredo, um livro chamado “Crimes perfeitos”, sobre assassinatos em série na região envolvendo quadrilhas formadas por policiais militares e civis.
O delegado responsável pelas investigações, Ricardo Cesari, disse que a hipótese de latrocínio (roubo com morte da vítima) está praticamente descartada, já que os assassinos não levaram carteira, notebook, máquina fotográfica e celular que estavam com o jornalista.
Repórter investigativo, Rodrigo apurou, há sete anos, a chacina de Belo Oriente, como ficou conhecido o assassinato de quatro pessoas da mesma família na zona rural de Belo Oriente, no Vale do Aço. As vítimas eram parentes do suspeito pela morte de um policial militar. Um ano depois, o jornalista voltou à carga ao denunciar o grupo de extermínio da “moto verde”, referência à cor da moto envolvida em crimes de extermínio e que pertenceria a um cabo da PM.
A Associação Nacional dos Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em notas, lamentaram o crime e cobraram providências para a punição dos culpados. O corpo de Rodrigo, que deixa mulher e filha, será enterrado hoje em Ipatinga. (Chico Otavio).magnopolêmico//agliciomagno@gmail.com
  
 

Jornalista que denunciava crimes de extermínio no Vale do Aço é assasinado.

           

                O jornalista Rodrigo Neto, conhecido por denunciar crimes praticados por grupos de extermínio no Vale do Aço, leste de Minas, foi assassinado a tiros, na madrugada de nesta sexta-feira, em Ipatinga (a 223 quilômetros de Belo Horizonte). Ele foi surpreendido por dois pistoleiros quando deixava, à 0h32m, o bar Churrasquinho do Baiano, no bairro Canaã. Os assassinos chegaram de moto e, sem tirar os capacetes, fizeram cinco disparos. Dois deles atingiram o jornalista na cabeça e no tórax.
             O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas, deputado Durval Ângelo (PT), disse que, há uma semana, Rodrigo Neto o procurou para denunciar o assassinato de um idoso em Santana do Paraíso (Vale do Aço). O jornalista suspeitava de vingança, pois a vítima era pai de um dos suspeitos da morte, duas semanas antes, de um cabo da PM supostamente envolvido com grupos de extermínio.
            Durval Ângelo, que estará em Ipatinga na semana que vem, revelou também que, em conversa com Rodrigo Neto, soube que o jornalista estava escrevendo com um colega, cujo nome mantém em segredo, um livro chamado "Crimes perfeitos", sobre assassinatos em série na região envolvendo quadrilhas formadas por policiais militares e civis.
Radialista e bacharel em Direito, Rodrigo Neto, de 38 anos, trabalhava na editoria de Polícia do "Vale do Aço" e era apresentador do programa "Plantão Policial", da Rádio Vanguarda. O delegado responsável pelas investigações, Ricardo Cesari, disse que a hipótese de latrocínio (roubo com morte da vítima) está praticamente descartada, já que os assassinos não levaram carteira, notebook, máquina fotográfica e celular que estavam com o jornalista.
                  Ricardo Cesari disse que a polícia apura se, recentemente, Rodrigo procurou autoridades do Judiciário local para comunicar ameaças de morte. Duas equipes também levantam se os criminosos foram filmados por câmeras próximas do local do crime.
                  Repórter investigativo, Rodrigo apurou, há sete anos, a chacina de Belo Oriente, como ficou conhecido o assassinato de quatro pessoas da mesma família na zona rural de Belo Oriente, no Vale do Aço. As vítimas eram parentes do suspeito pela morte de um policial militar. Um ano depois, o jornalista voltou à carga ao denunciar o grupo de extermínio da "moto verde", referência à cor da moto envolvida em crimes de extermínio e que pertenceria a um cabo da PM.
                    A Associação Nacional dos Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em notas, lamentaram o crime e cobraram providências para a punição dos culpados. O corpo de Rodrigo, que deixa mulher e filha, será enterrado hoje em Ipatinga. (Yahoo- Chico Otavio)Mgnopolemico//agliciomagno@gmail.com

Júlio César ganhará pistas extras para dar mais fluidez ao tráfego.
       
                      As avenidas Júlio César e Pedro Álvares Cabral vão entrar em obras para adequação de capacidade do fluxo de trânsito. O Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), do governo do Estado, publicou no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (23) a homologação do processo licitatório de contratação da empresa de engenharia que vai elaborar o projeto executivo e executar as obras viárias, a Terraplena Ltda., cujo contrato foi assinado também nesta terça. Uma das medidas é a ampliação da Júlio César, para dar mais fluidez ao tráfego de veículos.
                         Serão feitas a adequação da capacidade de tráfego das avenidas Júlio César e Pedro Álvares Cabral e a correção geométrica da curva da avenida Senador Lemos. O projeto de adequação das avenidas, que faz parte da Agenda Mínima do Governo, receberá investimentos na ordem de R$ 5.077.910,69. A assinatura do contrato da empresa vencedora da licitação reuniu o diretor geral do NGTM, César Meira, a diretora executiva, Marilena Mácola, e o diretor da Terraplena, Lazaro Ferreira Castro.

                         Após a assinatura do contrato, são 180 dias para entrega da obra. As obras serão feitas no trecho da Júlio César entre as avenidas Centenário da Assembleia de Deus e Pedro Álvares Cabral; e no perímetro da Pedro Alvares Cabral entre a Júlio Cesar e Alameda B. Também será feita a correção geométrica na curva da Senador Lemos, em frente à Estação de Passageiros do Aeroporto Júlio César.
“Nas horas de pico, há congestionamento nesses trechos, devido a um novo fluxo viário da cidade. Com a execução do projeto, o tráfego fluirá melhor. Além dos motoristas, o projeto também beneficiará pedestres e ciclistas, com a realocação da passarela e outras obras complementares. A população geral terá mais tranquilidade e segurança para trafegar nessa área”, explicou César Meira.
                  O decorrente aumento de veículos nesse trecho potencializou o conflito do uso compartilhado da via entre motoristas e ciclistas. Assim, uma das interferências será a implantação de uma ciclovia na ponte sobre o canal São Joaquim, na área atualmente destinada à circulação de pedestres. Também está prevista a implantação de passeios sobre bandejas em estrutura metálica para circulação de pedestres em ambos os lados da ponte.
               Readequação – Outra medida que será adotada é a realocação da passarela da Júlio César, cujo atual posicionamento apresenta problemas: está distante do ponto de maior necessidade de travessia da população, deixando-a com pouca utilidade, e reduz a largura da calçada e da faixa de rolamento da pista. A partir da implantação da passarela de acesso à Praça Dorothy Stang, na Pedro Álvares Cabral, a faixa à direita da avenida foi interrompida, o que faz necessário redesenhar a via com duas faixas de tráfego veicular e ciclofaixa.
                 A diretora executiva do NGTM, Marilena Mácola, falou sobre proposta de ampliação da Júlio César. “O núcleo já tinha proposto a adequação do tráfego da Júlio César, mas com a implantação de obras viárias na Almirante Barroso, a situação do trafego se agravou, e essa rota alternativa, pela Independência, está sendo direcionada para a Júlio César. Assim, em maio, quando implantamos um semáforo na Júlio César, houve uma melhora no tráfego, mas hoje a via está novamente congestionada e apenas o sinal não é mais suficiente”, explicou.
                 Com isso, o NGTM resolveu levar adiante a proposta de ampliar a capacidade da Júlio César, transformando-a em três pistas por sentido, o que começa a ser feito a partir da assinatura do contrato. A correção geométrica da curva da Senador Lemos, por sua vez, é necessária por causa do aumento de acidentes de trânsito identificado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) após as obras para construção dos complexos viário dos cruzamentos da Júlio César e Pedro Álvares Cabral e de lazer da praça Dorothy Stang, em 2010. Estudos do NGTM identificaram a necessidade de correção da geometria da curva.
Resumo das intervenções:
- Eliminação do canteiro central para acréscimo de uma faixa de rolamento por sentido, no trecho da avenida Júlio César entre Pedro Álvares Cabral e avenida Centenário da Assembleia de Deus;
- Implantação de barreira de concreto tipo “New Jersey”, com grade, como elemento separador de tráfego e direcionador do fluxo para a travessia de pedestre na passarela, neste trecho da Júlio César;
- Reposicionamento da passarela de pedestre da Júlio Cesar, readequada;
- Adequação de geometria no trecho da Pedro Álvares Cabral;
- Paisagismo nos trechos da Júlio César e Pedro Álvares Cabral;
- Adequação de ciclovia e passeio na ponte existente sobre o canal São Joaquim, com análise da capacidade estrutural e elaboração de projeto de requalificação da ponte de concreto armado;
- Recuperação, alargamento, recapeamento asfáltico, recuperação e adequação da drenagem na Júlio César (em 900 metros de extensão) e Pedro Álvares Cabral (em 260 metros de extensão);
- Adequação de sinalização horizontal e vertical nos trechos da Júlio César e Pedro Álvares Cabral;
- Adequação da iluminação pública, nos trechos da Júlio César;
- Solução para frequentes colisões de veículos com a ciclovia;
- Definição de novo layout e estudos da capacidade estrutural da ponte sobre o canal São Joaquim. Adequações com nova disposição da ciclovia e implantação de bandejas/ passarelas de pedestres nas laterais da ponte.agencia pará/agliciomagno@gmail.com





Logística é um dos maiores gargalos na economia brasileira



Apenas 200 mil dos 1,6 milhão de quilômetros de estradas no Brasil são asfaltados. EUA têm mais de seis milhões de quilômetros de estradas, 70% com asfalto.
De tudo que é transportado no Brasil, 58% vão por estradas e 28%, seguem por ferrovias. Nos Estados Unidos, o transporte é feito, sobretudo, por trens. Em todo Brasil são 28 mil quilômetros de malha ferroviária. Nos Estados Unidos, 10 vezes mais (280 mil).
O problema brasileiro não é apenas a malha ferroviária pequena, mas a ociosidade dos trilhos. Menos da metade, 12 mil quilômetros, é usada com frequência. Nos Estados Unidos, tudo é usado.
A situação das rodovias é ainda mais crítica. São 1,6 milhão de estradas no Brasil, mas apenas 200 mil quilômetros asfaltados. Os Estados Unidos têm mais de seis milhões de quilômetros de estradas, 70% com asfalto. Para piorar, a estrada não asfaltada é mais perigosa e dá mais prejuízo. Um caminhão que usa estradas de terra gasta mais gastos com pneu, combustível e peças.
Em média, gasta 30% a mais, custo que é repassado aos produtos transportados. “Nós sabemos que muitas coisas que hoje se transporta por rodovia, não deveria estar lá. O que significa o seguinte: produtos mais baratos chegam para nós mais caros por causa da ineficiência logística brasileira. Ferrovia e rodovia hoje no Brasil elas competem, são concorrentes, no mundo desenvolvido, elas são complementarem. Produto mais adequado para ferrovia, anda no trem, produto mais adequado para rodovia, anda no caminhão. No Brasil não é assim”, fala o coordenador do núcleo de infraestrutura e logística da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende.

fonte//g1.globo.com/jornal-da-globo//magnopolêmico//agliciomagno@gmail.com.